Sinto falta II

27 03 2017

Mais uma vez acordo no meio da madrugada com lembranças que me fazem perder o sono, novamente o sonho é voltado para uma paixão misturado com amor,

da escola que passei a maior parte do tempo.

O sonho é recente então consigo lembrar dos detalhes, a ultima vez que o sentimento de saudade veio tão forte foi em 2014 (exatamente no dia 19/09, sei a data exata por ter registrado em forma de texto no blog).

Então vamos lá…         

O sonho começava no pátio da Fundação Bradesco, fui chamado pela professora Nádja diretora da escola no tempo de criança (tenho um carinho especial por ela, sempre bom registrar, talvez ela nem saiba o meu grau de satisfação), na qual me dava uma missão especifica nesse dia, a missão seria ir à biblioteca (não tem como falar da Fundação Bradesco sem falar da sua biblioteca rsrs), buscar uns livros para levar para professora Marta Aurélia (Professora de Educação Física, sempre desconfiei que ela fosse um ninja, mas tarde essa desconfiança foi confirmada, nos dias atuais ela coloca suas fotos no facebook fazendo pilates é cada posição que só um ninja o faria com tanta precisão rssrsrs), os pensamentos das lembranças estão contaminando o texto, enfim…

Continuando, quando chego na biblioteca quem me recebe Nádia Nogueira uma das bibliotecárias responsáveis pela minha formação como leitor, passei o recado da diretora enquanto ela procurava os materiais eu olhava a biblioteca, estava lá linda  e convidativa como sempre foi, lotada de leitores vorazes buscando um livro para o deleite, outros sentados no chão em um tapete cheio de travesseiros, outros nas estantes, uma verdadeira cena de filme…

Olhando os semblantes dos alunos enquanto se satisfaziam com a leitura, minha vontade imediata seria fazer o mesmo, sentar com eles e ir fazer a leitura de algum livro também, mas logo a cena foi interrompida pela bibliotecária entregando alguns livros, a missão seria entrega- los para prof. Marta, pensei… levo os livros e volto rapidamente para ficar um pouco  na biblioteca.

Quando cheguei na quadra  entreguei os livros para prof. Marta e ao se despedir ela  perguntou onde pensava que iria, disse que voltaria para a biblioteca, ela avisou que não dessa vez, falou que a diretora tinha dado a missão de começar  alguns esportes novos e eu seria a cobaia, retruquei avisando que talvez não seria a pessoa certa para o tal teste, ao terminar de falar ela já estava com os  materiais nas mãos e não tive como fugir, os esportes seriam: corrida, salto em distância, lançamento de disco (não sei exatamente de onde tirei essa ideia rsrs), fiz um por um com o pensamento de fugir   a qualquer distração, quando terminei ela perguntou qual gostei? Disse que nenhum e voltei para biblioteca (sinceridade sempre rsrsrs).

Voltando da minha missão, passei pelo pátio e encontrei dessa vez a professora Marília Tulha atual diretora (quando falo que os sonhos não respeitam a ordem cronológica), temendo outra missão maluca que me tirasse do roteiro final, fui andando discretamente para não ser visto, mas não teve jeito, ela virou e com sua memória que invejo, me chamou pelo nome e disse…

Edilson, ewww Edilson ohhh… com o dedo apontado para o céu (quem conhece a professora, imaginou o gesto perfeitamente, o tom da voz e o ângulo exato dos dedos apontados para o céu rsrsrs).

E falou a frase que me acompanharia por muito tempo…

Plante seu jardim e decore sua alma…

Ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.

Assim acordei, com o sentimento de saudade apertando o coração, lembrei que esse poema é um dos meus preferidos até hoje, foi minha epigrafe na monografia, meu direcionamento no mestrado e me foi apresentado por essa pessoa maravilhosa (como pude esquecer esse tempo todo que o meu poema preferido foi apresentado ainda na escola?).

Não diferente do texto “Sinto falta” publicado em 2014 neste blog, sinto uma gratidão muito grande pela escola, hoje estou como professor da UFMA, na semana passada conversava com os alunos que chegaram na Universidade, olhando o brilho no olhar de cada um pela alegria de estarem ali, de terem conseguido, quantas batalhas tiveram que passar? A falta de recursos? Incentivo? Vizinhos barulhentos? Enfim…

Falava sobre os desafios que enfrentariam, das duvidas e que tudo isso seria normal, ao terminar de falar um aluno me olhou e perguntou, professor desculpa a pergunta indiscreta, mas o senhor estudou na Fundação Bradesco?

Fiquei surpreso pela pergunta, sorrir e disse que sim, ele completou…

ahhh lembrei de você lá, sempre na biblioteca né? Rsrs olhando direito tive a memória daquele jovem, garoto ainda brincando por lá, pensei comigo mesmo a história se repete todos os anos, alguns vendem sonhos e outros o compram para continuar a vida, dessa forma, finalizo esse texto que serve mais como desabafo, daqui a pouco o sol aparece, a vida volta ao normal, terei um dia corrido como sempre, uma banca de monografia para avaliar, um livro para terminar de corrigir enfim…

Dessa forma, lembre – se sempre…

Plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar…

que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.

Que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida.

Veronica Shoffstall

#Carpie_Diem





Sinto falta…

23 09 2014

Turma 2007

Hoje acordei no meio da noite,
Despertado por um sonho incomum (incomum por fugir dos sonhos loucos da semana, mas sempre o passado cobra saudade dessa forma)
Mais uma vez sonhei com meus amigos da escola,
Amigos esses que compartilharam momentos importantes da minha vida,
E tenho certeza que eu também da vida deles,
E como flash do filme “Eu sei que você fez fez no verão passado”,
A memoria foi me fazendo relembrar de cada um,
De cada momento,
De cada fase,
Mesmo relutando com o sono para que ele  voltasse,
A mente me inquietava para levantar,
Mas são quatro horas da manha?
Isso è hora de ter saudade?
  Talvez sim, talvez não!
A saudade  não tem escrúpulos,
Chega na hora em que menos esperamos,
Um gesto, alguém,
Um comportamento, enfim.
Ja que a mente  não se acalma para descansar que seria o certo,
Decidir levantar, tomar uma água,
E voltar para cama,
Talvez poderia escrever sobre,
mas o lado preguiçoso, já colocava desculpas,
Antes mesmo de concretizar o ato,
E nem saberia onde deixei o óculos na noite passada,
Mas decidir da mesma forma,
Mesmo com a consciência cobrando com seu grau de moralidade,
vai escrever sobre saudade?
Amanha vc irá apresentar um Grupo de Trabalho em um evento,
Ja que não quer escrever sobre o Gt, vai escrever sobre sua pesquisa de mestrado,

Resistir,
E decidi escrever sobre saudades,
(as vezes chego a imaginar que os escritores como Carlos Drummond, Cecilia Meireles
entre outros escreviam para extrair o dragão da saudade, do amor reprimido, correspondido ou não que existiam dentro deles)
Enfim, vamos falar sobre o sonho e as lembranças,
No sonho estava na escola,
Sentado no mesmo lugar que sentei praticamente a vida toda ( rsrs)
Com todos amigos em volta,
Em um intervalo de uma aula para outra,
Levantava e ia falar com os amigos que sentavam do outro lado,
Thalita Almeida pessoa meiga e louca kkk
Que sentava na primeira cadeira da primeira fila
Sempre ia ate lá contar uma besteira,
Jefferson Aranha que sentava do lado de lá tbem ( o sonho não respeita o tempo, então ele sempre mistura todos os amigos de todos os anos)
E ao voltar o trio fantástico estava sempre colocando o papo em dia,
Sara Reis, Priscila Railuzy, Jessica Cutrim,
Mas atrás Carolina Almeida, Jessica Cardoso, Milce,
Juliara no seu sono eterno, kkkkkk
Fazia esse trajeto mexendo com Raquel Martins, Fabiane Serejo e
Rosilene (quando digo que o tempo mistura todos os anos)
O sinal tocou,
E sai conversando com Samara Viana,
Era a tarde e mais uma vez iria ficar batendo perna no Coroadinho,
Visitando amigo por amigo.
Sonho sem muito significado,
Mas carregado de lembranças,
Que me entristece por não vê_los mais.
Fui lembrando do tempo de criança,
Conversas, brincadeiras,
Lugares preferidos ( a biblioteca ja era minha paixão)
Um brinquedo especifico no play,
Que era como uma teia de aranha,
Ficava sentado la em cima,
Olhando o movimento
ouvindo o grito estridente
Da professora de Ed. Fisica:
Marivaaaaaaaaaaalll para de fazer isso,
Marivaaaaaalllll não chama esse nome,
(Marival amigo doido que anos mas tard iria ganhar o apelido de Maraba)
Lembrei também dos dias de Ed. Ambiental,
Da horta, do minhocario (das hortaliças que sempre levávamos pra casa)
Os anos foram se passando,
Algumas pessoas foram saindo,
Outras chegando,
  Vínculos sendo feitos,
Professores, mestres que foram nos mostrando o caminho,
Alice, Rosineth, Joana…
Damasceno (Doutores não vou mais pedir silêncio),
Sofia, Eneluce, Luciana (Linda e alta)
Luiz Gonzaga, Darlan, Pedro Neto, Marta
Adelina, Joelson, Prof. Marilia, Prof. Nadja  entre outros,
Por que são muitos,
O Tempo foi passando,
Qd percebemos estávamos estudando a noite,
Pré-vestibular,
Correria+preocupação+cansaço
A visita a biblioteca agora não era mais para visitar os livros de literatura,
E sim para estudar, estudar e estudar…
Amigos com quem compartilhava essas preocupações,
Heyder Beckman, Gilcineia Amaral, Tamiris Fernanda,
Lizandra Regina, Mauricioe mts outros (a lista é enorme)
Sempre nos perguntávamos,
E como será quando terminarmos?
E o terceirão chegou,
Quando pisquei estava,
No baile,
Todos bem bonitos com sua roupa de natal (so a calça e o sapato, por que a camisa foi padronizada),
Estava alegre por terminar,
  Ansioso para saber como seria lá fora,
O medo não era por algo não dar certo,
Mas sim de acontecer,
E aqueles amigos da vida toda  não estarem la para ajudar,
Qd terminou o baile,
Tive que ficar por algum motivo,
E frisei a cena que guardo até hoje,
Tudo vazio, cadeiras desorganizadas,
Assim ficaria meu coração por um bom tempo,
A saudade é assim,
Aperta o coração, e enche os olhos de lágrimas,
Hoje esses amigos estão todos espalhados,
Pai e mães de famílias,
Morando em outro estado,
Trabalhando, outros estudando,
Mas onde eles tiverem,
Que saibam que acordo no meio da noite,
Lembrando de cada um,
Cada brincadeira,
Cada palavra.
Ao terminar de pensar em tudo isso,
Lembrei da musica “hoje o tempo voa amor,
Escorre pelas mãos…”
hoje lembro  que naquele tempo eramos felizes e não sabíamos,
Amanha lembraremos do hoje que somos felizes e não sabemos
Enfim,
Q SEJAMOS FELIZES SEMPRE!
Tudo tem seu tempo…
E assim registro essas palavras..
O despertador tocou cinco horas da manha,
Hoje lhe preguei uma  peça,
Acordei primeiro,
Daqui a pouco,
Tenho que estudar, sair, fazer um monte de coisas
Que não sei se irá dar tempo de fazer tudo,
Talvez não consiga olhar o nascer do sol,
Mas no fim do dia estarei olhando o pôr do sol
Para dizer:
Obrigado Pai por me conceder amigos verdadeiros…

19/09/2014

Edilson Reis

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Feliz dia do bibliotecário 8)

12 03 2014

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               Não tem dia melhor para recomeçar a escrever  que o dia do “bibliotecário”, dia em que os profissionais se alegram pela escolha que fizeram, lembram-se da sua trajetória, amigos de formação, dificuldades superadas e desafios que estão por vim.

                Hoje conversando com amigos que trabalham junto comigo, contava sobre essa escolha que um dia fiz (não sei ao certo se eu escolhi a biblioteconomia ou se foi a biblioteconomia que me escolheu rsrsrs).

                Então vamos lá falei sobre a importância da figura do bibliotecário na infância, lembro-me das bibliotecárias que conheci na escola, a bibliotecária Nadja Nogueira na Fundação Bradesco, das rodas de leitura, o incentivo para progredir na leitura, quando já tinha lido praticamente todos os livros da literatura infantil, e ao esperar pela compra dos novos, ela incentivou a ir para literatura juvenil, mesmo reclamando que não tinha figuras kkkk, passei para essa literatura, com seu incentivo, dizia que iria gostar, e por fim gostei.

               Depois lembro de outra bibliotecária linda  loira como a chamava kkk, Geysa Carvalho, sempre atenta e interessada a trabalhar com projetos que mobilizassem  a escola, ação voluntária, hora do conto, gincana literária entre outras atividades. Uma dessas atividades na qual  aprendi bastante foi  a oficina de metodologia do trabalho, que seria realizada com todos os alunos da escola, nela fomos de sala em sala apresentar como deveriam ser elaborados os trabalhos, toda vez que saíamos de uma apresentação ela me fazia pontuações sobre minha fala, postura entre outros comportamentos que  seriam  bastante necessários para o mercado de trabalho,  uma das frases que ela disse que ficou marcado  “Você precisa aprender a falar em publico, aprender a se portar quando está falando só assim será um bom bibliotecário” e eu disse para que precisaria dessas atitudes se queria mesmo era trabalhar com livros e ela respondeu “para aprender a trabalhar com livros você precisa aprender a falar deles” .

               O tempo passou e o vestibular chegou e todas opções foram colocadas para: Biblioteconomia, dois vestibulares quatro opções para o mesmo curso.

               Hoje esse percurso me veio ao pensamento, meu segundo dia do bibliotecário, já se passaram muitas coisas e muitas estão por vim, agradeço a Deus por essa escolha que não foi feita e sim confirmada.

                Dou meus parabéns a todos os bibliotecários, mas os parabéns sinceros para aqueles que abraçam a profissão, sabedores das  lutas e continuam na batalha (me entristece ouvir bibliotecários desdenhando sua profissão ganhando dinheiro com ela).

                Um dia me perguntaram o que de fato um bibliotecário faz, perguntei qual era o motivo da pergunta? A pessoa me respondeu: Vejo bibliotecários em todos os lugares, empresas, escolas, ações voluntárias, na cultura, educação, tecnologia, ciências exatas entre outros lugares, então disse: “posso te contar um segredo”? Ele respondeu que sim, então completei: os bibliotecários estão com o propósito de dominar o mundo já que muitas das informações existentes passam pelas mãos desses profissionais kkkkkk.

                Assim termino minhas simples palavras desejando um feliz dia do bibliotecário a todos 8).

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Família Senac

28 11 2012

Mais uma vez aqui escrevendo  para falar sobre as dádivas que a vida nos presenteia. E dessa vez venho agradecer aos meus amigos do Senac, onde passei quase dois anos (super rápido parece q ontem estava fazendo o seletivo rsrsrrss).

Tudo começou com um trabalho de curso, junto com uma equipe deveríamos fazer um planejamento estratégico da Biblioteca do Senac, e conheci  a bibliotecária e todo o espaço, onde um dia n sabendo eu que seria meu local de trabalho.

Um lugar onde aprendi como deve se portar um bibliotecário gestor, e que ali teria como mostrar q o bibliotecário vai além do processamento técnico de materiais, mas auxiliando nas tomadas de decisões estando com as informações certas e organizadas.

Pensando eu q iria ficar junto com a D. Remédios (bibliotecária) no Senac da Rua do Passeio, recebo a notícia que receberia o treinamento e iria para o Restaurante Escola, indaguei no primeiro momento  por n saber onde é, e sem saber oq um bibliotecário iria fazer em um restaurante rsrsrsrrs.

Quando cheguei la conheci a parte pedagógica e q o objetivo da  biblioteca seria dar subsidio aos alunos e professores do restaurante, as pessoas que me receberam foram Walter com sua tranquilidade em um mundo q n ha problema q n possa ser solucionado;  William pronto para dar a benção necessária do dia com suas palavras de mestre apaziguando o ambiente (kkkk) Professora Leuda  quem confiou e me deu autonomia necessária para as decisões voltadas a biblioteca, Claudinete pessoa com quem aprendi mt, de quem levei mts puxões de orelha esses q vo levar para toda vida, assim como sua amizad, Izabel nomeada por D. Remédio a mocinha da recepção, super meiga (N sabendo D. Remédios q qd essa mocinha tirava o dia pra bagunçar a biblioteca so Deus kkkk,) . Depois vieram Guilherme com um jeitão paulista,  vira volta me perguntando o que era “uma coíra doida” kkkk, e Hugo (um magrelo, bagunçeiro q vira volta estavams brigando kkkk, mas q apesar disso era gente boa kkkkkkkkk)

E todos com quem aprendi algo, o gerente, os instrutores, professores,  alunos, auxiliares, de todos levo algo comigo, q n daria para nomear mas que cada um com sua personalidade e seu jeito de ver o mundo ajudam a construir uma equipe fantástica.

Tomar de conta de uma biblioteca de um restaurante n é nada facil (eles que o digam a briga q eu fazia para n levaram nenhum vestígio de comida para perto dos livros), o telefonema cobrando o livro e o dvd atrasado,  de tão chato as vezes virava até piada, mas a preocupação era preservar e dar a oportunidade a tds á informação.

E com essas palavras deixo meu agradecimento, OBRIGADO POR TUDO!!!

Cada momento é único, e foi mt bom vivenciar esse com vcs, n deixo nenhuma porta fechada pois, não sei qd precisarei entrar nela  novamente.

Tudo na nossa vida é recíproco e se transforma em aprendizado,um grande abraço e boa sorte a tds!!!

Edilson Reis





Ninguém passa na nossa vida sem deixar ou levar algo

22 06 2012

Ontem (Quarta-feira), foi o ultimo dia do estágio curricular, e antes de ir pensei sobre muitas coisas, se o objetivo do mesmo tinha sido alcançado, se os setores por onde passei o aprendizado foi assimilado, assim como toda a rotina de uma biblioteca universitária.
E cheguei à conclusão que o aprendizado foi maior que o previsto no plano de estágio, La expus todos os conhecimento técnicos que precisariam ser trabalhados, e além desses conhecimentos, adquirir habilidade de relacionamentos, possíveis amigos, e aprendi com a experiência e a bagagem cultural de cada um de como se por diante a qualquer atividade.
E como não passamos sem levar conosco as principais características das pessoas que convivemos então levo comigo os seguintes comportamentos:
D. Regina (bibliotecária): O comportamento de gestora, a boa relação interpessoal com cada funcionário, usuários reais e ponteciais, controle de toda Biblioteca;
D. Cristina: A paciência em todos os momentos, mesmo naqueles mais conturbados e todos os conhecimentos relacionados a biblioteconomia, com sua experiência de vida;
Rafaela: Minha amiga que vamos nos encontrar na posse em um cargo na UFMA rsrsrs, dela trago o pensamento rapido em relação à resolução de problemas;
Debora: a habilidade de como tratar um estagiário mesmo ele sendo seu amigo rsrsrsrsr (brincadeira), dela levo a forma de atendimento, sempre dando uma informação  segura aos usuários em um balcão de referência independente do humor do mesmo;
Raymison: Dele levo a tranquilidade, e proatividade em sempre ajudar em relação a qualquer atividade;
Adelinda: Dela leva a forma extrovertida, mas também a forma isonômica  em relação ao tratamento aos usuários idenpendente de quem seja o usuário, o tratamento sempre deve ser dado da mesma forma;
Simone:  A paciência com todos, em explicar e resolver problemas;
Claudio: Grande Claudio, com ele aprendi, digamos  a forma humorada de estar em um balcão de referência, o esforço de entender o usuário mesmo qd até ele n consegue dizer o que quer rsrsr;
Aguinaldo : a presteza em poder ajudar em todos sentidos que estiverem ao seu alcance.
E por ultimo não que seja o menos importante mas por estar no mesmo nivel que eu (estagiário) rsrsrsrsr, o doido do Thiago que ensinou que nem tudo na vida deve se levar a serio principalmente aquelas coisas que não valem apena levar conosco.
Dessa forma, agradeço a todos os membros da equipe da Biblioteca do Cest pela paciência, e a disponibilidade de passar tudo que sabem para aqueles que estam começando nessa jornada, e espero que tenha deixado também bons comportamentos, e lembrem-se sempre a vida é uma canção (isso vocês viram né, todo dia era uma musica kkk), às vezes mais agitadas, as vezes mas calmas mas é ela que nos dá o bailar da vida.

E como não poderia faltar vou deixar uma musica para todos vocês:

La laiá, la laiá, la laiá, la laiá
La laiá, la laiá, la laiá, la laiá

Meu amigo
Amigo, hoje a minha inspiração
Se ligou em você
E em forma de samba
Mandou lhe dizer
Tâo outro argumento
Qual nesse nomento
Me faz penetrar
Por toda nossa amizade
Esclarescendo a verdade
Sem medo de agir
Em nossa intimidade
Você vai me ouvir

Foi bem cedo na vida que eu procurei
Encontrar novos rumos num mundo melhor
Com você fique certo que jamais falhei
Pois ganhei muita força tornando maior
A amizade…
Nem mesmo a força do tempo irá destruir
Somos verdade…
Nem mesmo este samba de amor pode nos resumir

Quero chorar o seu choro
Quero sorrir seu sorriso
Valeu por você existir amigo

Quero chorar o seu choro
Quero sorrir seu sorriso
Valeu por você existir amigo

Um grande abraço,
Edilson Reis





O que é ser um blogueiro?

1 06 2012

É engraçado que a vontade de escrever na maioria das vezes vem de algo simples, como uma palavra, uma conversa com os amigos,  uma ação entre outras…

Dessa vez fiquei pensativo com um gesto. Dias atrás uma amiga Soraya Carvalho (Bibliotecária Escandalosa), me adicionou em um grupo no face  com nome de “blogueiros”, algo simples que poderia passar despercebido, mas que ficou na minha cabeça. O que é ser blogueiro hoje?

Lembro que assim que começaram os rumores de uma pagina na net em que cada um poderia ser o proprietário e escrevesse aquilo que sentissem vontade, e que alguns seriam como diários online, eu pensei isso não vai dar certo, pois tinha a concepção daquele diário em que alguns tinham, apesar de servir como ferramenta de  desabafo, e fiel amigo que sabia de tudo, ele era confidencial. Lembro que algumas pessoas permitiam apenas os amigos mas próximos de plena confiança a lerem esse diário.

E com o passar do tempo estou eu “aqui”, com um blog na internet, a ferramenta veio justamente cumprir com aquilo que muitos desejavam, só com algo diferente é aberta a todos que queiram descobrir um pouco do nosso mundo. Costumo dizer que cada pessoa é um mundo desconhecido, algumas até por si mesmo, e com o tempo vamos permitindo que outras pessoas também participem do nosso mundo particular, da nossa forma de ver o mundo, dos nossos gostos e antipatias.

Quando pediram que fizesse um blog me deram a missão de escrever tudo aquilo que penso e deixar bem claro da forma que falo  sobre tudo. A arte da escrita ela possui essa dimensão magica de externar aquilo que sentimos, e mas que isso, disponibilizar esse “ato” além do nosso controle.

Escrever “tornou-se”, uma necessidade, algumas coisas acontecem no nosso cotidiano que nos impulsionam a escrever, talvez sejaa solução ou não, mas só o fato de você externar de alguma forma aquilo que gostaria, já o faz lhe se sente bem melhor.

Não escrevo tudo aquilo que gostaria, pois, a correria do cotidiano me faz esquecer das impulsões do dia-a-dia, mas sempre ficam aquelas que mechem mas forte conosco, não estão ainda no rascunho do blog, mas estão no rascunho da mente esperando o momento exato para saírem.

E assim, venho partilhar essa alegria de estar nesse grupo, daqueles que expressam através da escrita, das imagens e de outras formas  aquilo que querem externar para o mundo.

Um grande abraço,

Edilson Reis.





Nota de repúdio ao jornalista Antônio Giron relativo a reportagem:”Dê adeus ás bibliotecas”publicada revista Época.

16 05 2012

Sr. Luis Antonio,

Sou acadêmico de Biblioteconomia e venho através deste relatar minha nota de repúdio referente à sua matéria sobre a classe bibliotecária e a função das Bibliotecas públicas no nosso país (Dê adeus ás bibliotecas, – http://revistaepoca.globo.com/cultura/luis-antonio-giron/noticia/2012/05/de-adeus-bibliotecas.html)  quando afirma que a classe é caracterizada por uma “descortesia típica”, no meu entendimento o senhor não deveria generalizar, pois não são todos que agem da mesma forma, muitos profissionais, apesar da grande desvalorização, quando se trata em educação, e poucas políticas públicas existentes em relação a leitura no nosso país, buscam cumprir sua missão através das palavras do juramento da profissão: “Prometo tudo fazer para preservar o cunho liberal e humanista da profissão de Bibliotecário, fundamentado na liberdade de investigação científica e na dignidade da pessoa humana”.
Juramento esse que serve para nortear e lembrar o bibliotecário da sua importância e missão diante das dificuldades encontradas no seu percurso profissional.
Desconheço os motivos pelos os quais a biliotecária o tratou dessa forma, ou não permitiu o seu acesso a uma parte especifica do acervo, assim como sei que desconhece a verdadeira missão e função da classe bibliotecária.
Trabalhar em uma Biblioteca Pública e conseguir que ela cumpra seu objetivo para a sociedade  é um grande desafio, por falta de investimentos, manutenções, atualizações de acervos, dentre outras coisas que são necessárias para o funcionamento de um Orgão. E o que o bibliotecário pode fazer  diante desse grande desafio? ultilizar as poucas ferramentas e incentivos que possui para realizar o seu trabalho. Alguns estão saturados diante a esse descaso, mas claro que não justifica, é um fato que acontece em todas as profissões.
Se fosse fazer a mesma avaliação de todas as profissões e lugares em que não percebi uma ética profissional, certamente estaria frustado! Muitos hospitais que possuem pessimas infraestruturas, inábitaveis para qualquer ser humano, péssimo atendimento, onde os médicos se quer se importam realmente com o problema do paciente e ficam aliviados ao ver os mesmos irem embora independente do seu estado, contribuindo para o caos da saúde – ao me deparar com isso não julgo toda classe da saúde, mas acredito que outros lugares possuem outros profissionais  que fazem por amor. Profissionais de comunicação que manipulam as informações privando os cidadões daquilo que realmente devem saber e colocando seus pontos de vista como realidade incontestável. Dentre vários outros exemplos, que poderia passar o dia citando, mas que não valeria a pena, pois em todas as profissões sempre tem aqueles que trabalhem por amor e gostam daquilo que fazem.
E sobre as prefeituras desejarem pelo fechamento das bibliotecas, na minha concepção a justificativa não seria essa, e sim que um lugar onde se ensina e disponibiliza ferramentas para educar e politizar um povo não é bem vindo, pois serve como ameaça e quebra de alienações existentes.
A Bibliotecas poderão, sim, utilizar os meios da internet para a disseminação da informação, mas não irão substituí-las, tenho essa certeza ao lembrar do papel da Biblioteca Publica em um dos municípios do Maranhão que tive a oportunidade de trabalhar, pois era nesse lugar, às vezes escuro, úmido, um pouco desconfortável, onde o computador era apenas um sonho distante, mas lá  tudo era esquecido ao atender familias de pescadores que moravam perto do local, era na Biblioteca que todos tinham acesso à informação, através de rodas de leituras, dentre outras atividades e materiais que se não fosse a mesma aqueles usuários não teriam acesso.
Dessa forma, encerro a minha fala ao dizer que, para sua tristeza, as Bibliotecas servem para muitas pessoas. Não tenha seu padrão de vida como realidade universal, muitas pessoas na sociedade só possuem o acesso a informação porque bem próximo delas existem Bibliotecas que – apesar dos pesares – cumprem sua missão.

Att,

Edilson Reis